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24 de nov. de 2010


Tic-Tac

O tempo parecia não passar, contava os
minutos para te ver, nunca chegará.
Ouvia-se apenas o tic-tac do relógio, um
silêncio enlouquecedor.

Caminhava de um lado apra o outro, nada,
as horas pareciam inalteradas. 

Comecei a 
angustiar-me. Entrei em desespero, gritava na esperança de alguém 
me ouvir e me tirar dessa tormenta.

Meus gritos foram escutados por você que chegava
pra me ver, meus olhos penetrou nos seus, senti um alivio, coração
acelerou, instataneamente a felicidade tomou conta de mim.
Falar-te-ei que sentia muita alegria em vê-la novamente, mas dissera
que essa seria a ultima vez que nos veriámos.

Nesse momento meu mundo desabou, fui sugado para um abismo
sem mais volta.

Beijou-me com prazer, do qual nunca mais experimentaria.

Dera adeus e partiu.

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